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Um quarto para as nove

Para entreter uns minutos do dia

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Fora de horas #59

Bom chegou o dia em que tenho de fazer um "Fora de Horas" sobre um "Fora de Horas".

Mas antes apenas uma nota:

Preferia não ter de o fazer mas penso que se calhar é melhor pôr aqui ordem na casa antes que se ponham para aqui à batatada no meu estabelecimento e isto como não é a taberna do Manel por isso agradeço que não se agarrem ao balcão a pedir mais imperiais.

 

Dito isto vou voltar ao tema de ontem mencionado neste post e que está a deixar o país todo engalfinhado entre os extremistas dos direitos dos animais e os anti raças ou lá o que é.

 

Parece-me que aqui o problema se resume à semântica. A malta ultra defensora dos animais fica passada com o termo perigosos ou potencialmente perigosos. Isso mais as listas. A malta que é anti raças agora quer que sejam abolidas determinadas raças do planeta senão mesmo no Universo.

 

Minha gente, vamos lá a ver uma coisa.

 

Para os ultra defensores:

Meus queridos, por mais que amemos os animais todos temos de estar conscientes que as características de cada um têm impacto direto nos danos que podem causar. A mordidela de um Pit Bull não causa o mesmo dano que a mordidela de um Pincher. Ponto. Não há argumento contra este facto.

Por este motivo estes cães podem tornar-se mais perigosos porque se forem mal geridos e mal ensinados podem causar danos significativos. Como é óbvio não têm culpa dos donos que lhes causam. Mas também não têm de certeza culpa as pessoas que são mordidas. Certo?

Posto isto, sim, existe um problema estrutural no nosso país. Mas não é só este, já ouviram falar em bancos ultimamente?!

O problema é geral!

 

Para os anti-raças:

Há raças com características mais danosas (chamemos-lhe assim) que outras mas a responsabilidade do dano causado é essencialmente de quem (não) educa e (não) cuida. Há mordidelas registadas com todas as raças, incluindo rafeiros.

Aqui importa que seja colocado o enfoque na falta de responsabilidade dos donos.

 

Podia estar aqui até Agosto a escrever sem parar e ainda havia pano para mangas. Mas não tenho vida para isso, por isso é resumir o tema.

 

Assim, e depois de me dirigir a ambas as frentes, saiam-me do alpendre se faz favor.

 

A gerência agradece.

 

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