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Um quarto para as nove

Para entreter uns minutos do dia

Um quarto para as nove

Para entreter uns minutos do dia

Fora de horas #27

Durante a minha hora de almoço, ao ouvir o meu marido contar mais uma história de gente parva, criou-se-me na cabeça toda uma teoria sobre a estupidez.

Reza assim:

 

A pessoa estúpida é uma pessoa que nasceu, abastadamente, com uma espécie de um terreno de estupidez. P’aí uns 500 metros quadrados. A pessoa estupida usa o seu terreno para semear e colher toda a estupidez que alimenta a sua cabeça e a qual usa para presentar os outros.

A nós cabe-nos apenas dar-lhe uma pá de quando em vez, para que possa escavar mais um buraco – de preferência bem grande – e se enterre até aos olhos na sua própria estupidez.

 

Qualquer coisa como uma espécie de FarmVille da estupidez.

 

É tudo uma questão de visualizar a pessoa no seu quadradinho verde, como no jogo, deixa-la preparar o terreno e depois entregar-lhe a pá.

Por regra não falham. Cavam um bom buraco e enterram-se bem.

Ou não fossem estúpidos que doí.

 

Nota: um dia farei toda uma dissertação sobre estúpidos, porque são como os rebuçados, há de várias formas e vários sabores. Mas hoje acrescento apenas que a que mais aprecio é o estupido-ó-esperto, que é aquele que vive alheio da sua estupidez e insiste em tentar fazer os outros de parvos. A parte boa é que estes se enterram ainda mais que os outros.

 

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